Como cumprir um dever fiduciário?

O diretor tem o dever fiduciário de agir no melhor interesse da corporação
No caso dos diretores corporativos, o diretor tem o dever fiduciário de agir no melhor interesse da corporação.

Os diretores e executivos de empresas com e sem fins lucrativos devem à sua empresa um dever fiduciário. O dever fiduciário é a obrigação de uma parte agir no melhor interesse da outra parte. No caso dos diretores corporativos, o diretor tem o dever fiduciário de agir no melhor interesse da corporação. A lei impõe esse dever aos executivos ou diretores de empresas porque eles controlam e administram a empresa em nome de seus acionistas e, portanto, devem administrar a empresa com cuidado. O conceito de dever fiduciário é simples: agir no melhor interesse dos outros e, assim, definir quais ações sustentam esse interesse ou o violam. Para ser mais específico sobre o que um diretor deve ou não deve fazer, frequentemente nos referimos aos deveres fiduciários específicos enquadrando-se em duas categorias: o dever de lealdade ou o dever de cuidar.

Método 1 de 2: cumpra seu dever de lealdade

O dever fiduciário é a obrigação de uma parte agir no melhor interesse da outra parte
O dever fiduciário é a obrigação de uma parte agir no melhor interesse da outra parte.

OS DIRETORES E DIRETORES DE UMA EMPRESA devem agir no melhor interesse da empresa.

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    Evite lidar consigo mesmo. Uma transação de negociação própria em que um diretor entra em nome da corporação que direta ou indiretamente beneficia o diretor pessoalmente. Por exemplo, vamos supor que o diretor represente uma empresa que opera hotéis. A rede de hotéis está procurando por uma lavanderia para limpar a roupa de cama do hotel. O diretor da empresa hoteleira celebra um contrato em nome do hotel com a própria empresa de lavanderia do diretor a um preço que é o dobro do custo de outras empresas de lavanderia pelos mesmos serviços. Nesta situação, o diretor da empresa hoteleira comprometeu-se a negociar por conta própria porque celebrou um contrato em nome do hotel a fim de beneficiar injustamente os seus próprios interesses pessoais.
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    Evite conflitos de interesse. Um conflito de interesses surge quando o diretor de uma empresa tem interesse tanto na empresa quanto em alguma entidade com a qual a empresa está lidando. Isso pode assumir a forma de o diretor ser acionista de outra empresa com a qual a empresa está lidando, o diretor ter um negócio concorrente ou a posição de parente próximo do diretor para se beneficiar de um contrato que a empresa pretende celebrar. Se um diretor tiver um conflito de interesses, ele deve divulgar esse conflito ao conselho. A não divulgação do conflito é uma violação do dever de lealdade. O simples fato de haver um conflito de interesses não impede que um diretor atue no conselho. O conselho deve, no entanto, limitar o envolvimento desse diretor na tomada de decisões sobre as questões em que o conflito surge. Se o conselheiro precisar estar envolvido na tomada de decisão de um negócio em que tenha conflito de interesses, outros membros independentes do conselho também devem assinar o negócio.
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    Evite tirar uma oportunidade da corporação. Se uma oportunidade se apresentar a um diretor ou executivo de uma empresa que possa ser uma oportunidade para a empresa, o diretor ou executivo deve apresentar essa oportunidade à empresa. O diretor não deve aproveitar a oportunidade corporativa para si mesmo em detrimento da empresa. Há uma grande penalidade imposta ao diretor por fazê-lo: todos os lucros da transação "roubada" serão retirados do diretor e dados à corporação. Um exemplo de violação da oportunidade corporativa é quando um diretor fica sabendo da venda de uma determinada propriedade que pode ser de valor substancial. Se a empresa o diretor trabalha para negócios com imóveis do tipo que o diretor toma conhecimento, e o diretor compra a propriedade de qualquer maneira, o diretor violou seus deveres fiduciários devidos à empresa.
Sem fins lucrativos devem à sua empresa um dever fiduciário
Os diretores e executivos de empresas com e sem fins lucrativos devem à sua empresa um dever fiduciário.

Método 2 de 2: cumpra seu dever de cuidar

O conceito de dever fiduciário é simples
O conceito de dever fiduciário é simples: agir no melhor interesse dos outros e, assim, definir quais ações sustentam esse interesse ou o violam.

OS DIRETORES DEVEM AGIR COM BOA FÉ e tomar os tipos de decisões que uma pessoa razoável na mesma circunstância tomaria.

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    Aja de boa fé. O conceito de agir de boa fé significa a intenção de agir com honestidade e justiça. Isso também significa que o diretor não está agindo para fraudar. Um diretor não deve ter segundas intenções para trabalhar com a corporação. Um exemplo de má-fé é mentir intencionalmente para outros membros do conselho ou acionistas ou reter informações indevidamente. Se for comprovado que um executivo ou diretor agiu de má fé, a empresa pode processar o diretor ou diretor por quaisquer danos causados à empresa como resultado da má fé do diretor ou diretor.
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    Tome decisões razoáveis. Um diretor deve agir de maneira razoável ao tomar decisões em nome da empresa. Isso não significa que o diretor tenha que tomar a decisão certa todas as vezes. Às vezes, um diretor pode ter o máximo cuidado ao tomar uma decisão, mas o negócio pode não sair bem. Isso não significa que o diretor tenha violado seu dever fiduciário de cuidado. A violação desse dever pode resultar da falha total em supervisionar o conselho ou da não revisão de um contrato antes de celebrá-lo. Manter este dever significa participar ativamente nos negócios da empresa. Manter-se envolvido nas reuniões do conselho, buscando relatórios para comitês dos quais o diretor não é membro, manter bons registros, revisá-los com frequência e investigar quaisquer transações comerciais antes de serem concluídas são exemplos de como cumprir o dever de zelo.
Aviso Legal O conteúdo deste artigo é para sua informação geral e não se destina a ser um substituto para consultoria jurídica profissional ou financeira. Além disso, não se destina a ser invocado pelos usuários na tomada de quaisquer decisões de investimento.
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